domingo, 2 de maio de 2010

Quando alguém não consegue arranjar mais nada que fazer do que trabalhar, será que está doente?

Eu estou assim... Ou não consigo fazer mais nada... ou não posso... ou não querem que eu faça...

Já começo a ficar saturada!


Cá estaremos para resolver todos os problemas que venham!

Os nossos, os meus e os dos outros...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009



Não me esqueci do blog....

Amanhã talvez escreva sobre esta música

sábado, 19 de dezembro de 2009

Em tempo de Natal, o circo veio à cidade e...



"O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada. O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem.

O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado. O palhaço é um mentiroso. O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços. O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes. Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si. O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo. Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos. O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas. O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.

Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver.

O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria. E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar.

E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político. Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.

Ou nós, ou o palhaço."

Mário Crespo in DN 14/12/2009


PS: Grande TEXTO!

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Rejeição...

Quando rejeitamos alguém que amamos, demonstramos o imenso amor que temos por essa pessoa. Parece contraditório e incoerente, mas não é...

Afastamos a pessoa para ela não ver o nosso sofrimento, para não perceber as nossas fragilidades, para não poder chorar connosco, sobretudo não chorar por nós! Para nos protegermos!

Quando rejeitei, fi-lo por fraqueza, por incapacidade de lidar com os problemas, por imaturidade...

Só que quem rejeitei também não tinha capacidade para perceber o porquê. E também não tinha obrigação de perceber.

Vamos em frente, sempre a acelerar, tentado que não haja um entrocamento que nos volte a cruzar. Se assim for, cederei a minha prioridade com o maior prazer...

(os veículos com tracção animal têm prioridade?)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Abdico...

Vou começar a abdicar... Penso que não sei bem o significado disso. Só dou por me ser retirada a oportunidade!
Nunca estive atenta o suficiente?
Nunca abdiquei de nada?
Não arrisco!
A vida é, por si só uma transformadora de sonhos. Cabe-me a mim perceber quando isso acontece?
Ando distraída!
Centrada em mim? Transformada em mim!

Disposta a olhar para o lado. Nunca para a frente! Não consigo... tenho vertigens... daquelas que se tem quando se olha para o topo de um arranha-céus (experimenta! coloca-te mesmo junto ao prédio e olha para cima!!!)

Não quero olhar para o lado e ver que que faltam pessoas!

Abdicarei?? Não sei!

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Eu quero..

se eu não tiver autonomia e amor próprio,
se eu não vos estiver
Tudo no Mundo perderá o Significado!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Desafio:

completar as seguintes frases:
- eu já...
- eu nunca...
- eu sei...
- eu quero...
- eu sonho...

Aqui vão as minhas frases:

Eu já sabia que não era fácil
Eu nunca desistirei
Eu sei que qualquer dia alguém me mostrará que é possível
Eu quero que esse dia seja amanha
Eu sonho a cores e tenho pesadelos a preto e branco!

Já está... Muito superficial! :(